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  • Lúcia Abrantes

Mãe Demais, Pai de Menos

Uma Leitura Psicanalítica do Filme Instinto Materno


“Este artigo apresenta uma leitura do filme “Instinto Materno”, tomado como ilustração das consequências de relações familiares em que o enfraquecimento da função paterna e a persistência de uma superproteção relacionada com a “função materna” atravessam o processo de amadurecimento das crianças e jovens, criando condições que dificultam ou impedem a construção de uma estrutura de valores e da autonomia necessária para fazer escolhas saudáveis nos diferentes momentos da vida.


O conceito de “mãe suficientemente boa”, desenvolvido por Winnicott ao longo de sua obra (1975), em diálogo com o conceito freudiano de narcisismo, é tomado como fio condutor deste percurso”



Autor: Maria Inês Garcia de Freitas Bittencourt e Junia de Vilhena

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